

Na Hapnews de hoje tem um animal que transformou a lentidão em estratégia de vida, um encontro improvável entre asas e bicicletas, um avanço concreto no cuidado com a saúde coletiva e um convite gentil pra revisitar quem fomos um dia.

Por que as preguiças são tão… preguiçosas?
As preguiças são oficialmente os mamíferos mais lentos do planeta. Elas piscam devagar, mastigam devagar e até viram a cabeça no seu próprio ritmo.

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O segredo está no metabolismo: ele é até 74% mais lento do que o de outros mamíferos do mesmo tamanho. Como se alimentam quase só de folhas, que têm poucas calorias e são difíceis de digerir, o corpo passa a economizar energia ao máximo.
Tudo acontece no tempo certo, sem pressa, bem devagaaaaaar!
Para completar, as preguiças não mantêm a temperatura corporal estável como outros mamíferos. Elas usam o calor do ambiente para se aquecer, deixando o corpo variar ao longo do dia.
Viver devagar as torna menos visíveis para predadores e menos dependentes de comida.


E esse encontro improvável entre uma arara e ciclistas?
No vídeo, uma arara azul caminha tranquilamente ao lado de pessoas pedalando, como se fizesse parte do grupo.
E olha como ela vai: sem pressa, sem medo!
Qualquer dia desses quero sair pra pedalar… e dar de cara com uma arara 🦜🚲


Mais uma esperança para a prevenção do HIV
Um novo avanço trouxe boas notícias na prevenção do HIV. A Anvisa aprovou um medicamento de aplicação semestral que pode reduzir significativamente o risco de infecção pelo vírus.
O panorama geral do Brasil no combate contra o HIV é muito positivo 🥳
Um dos métodos mais eficazes de prevenção é o uso da PrEP, um conjunto de comprimidos que praticamente anula o risco de contaminação.
Como alternativa, o novo medicamento facilita ainda mais esse processo. A proposta é simples e potente: em vez de tomar um comprimido todos os dias, a pessoa recebe duas aplicações por ano. Isso facilita a adesão ao tratamento preventivo, especialmente para quem enfrenta dificuldades com rotinas rígidas ou acesso contínuo a medicamentos.

Foto: Nardus Engelbrecht/AP/picture alliance
O remédio já vinha sendo estudado há anos e mostrou alta eficácia em testes clínicos, inclusive entre populações mais vulneráveis. Especialistas apontam que essa inovação pode ajudar a diminuir novas infecções e ampliar o alcance da prevenção no país.
Mais do que uma solução médica, o avanço representa cuidado, autonomia e política pública baseada em ciência. Um passo importante para transformar prevenção em algo mais acessível, humano e possível.


“Nós nos deleitamos com a beleza da borboleta,mas raramente admitimos as mudanças pelas quais ela passou para alcançar essa beleza.”


Aproveite o ócio. Ele faz bem.
Vivemos como se estar ocupado fosse sinônimo de prosperidade. 😞
Porém, o descanso também é fértil e aquela preguicinha faz bem. Eu sei como isso pode te fazer sentir culpado…
Mas não existe culpa pra algo que é da natureza humana: espaço para pensar sem pressão e simplesmente existir sem objetivo claro.
Desligar um pouco, olhar pela janela, caminhar sem rumo ou não fazer nada por alguns minutos pode ser mais produtivo do que parece.
Essas pausas podem ser o jeito mais rápido de se reencontrar.

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Por hoje é isso, mas amanhã tem mais 🫶🏻
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